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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Qui | 27.09.18

3 ou 4 formas de sermos pais melhores

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Escrevo estas notas não por ser esta a minha forma natural de agir mas para me recordar de que posso fazer melhor todos os dias.

 

Na verdade, algumas coisas que escrevo no blogue são notas para mim, para ler e reler sempre que preciso de me lembrar de que forma quero fazer as coisas e que tipo de mãe quero ser.

 

Felizmente muitas destas dicas dependem apenas do bom senso e da vontade que temos de fazer sempre mais e melhor, pelo que acredito que cada vez mais pais as pratiquem, ainda que inconscientemente.

 

  • Elogiar mais do que repreender. Não quer dizer que não se repreenda um mau comportamento mas dar mais valor ao reforço positivo quando as crianças nos surpreendem com comportamentos excecionais. 

Por exemplo: elogiar quando arrumaram o quarto todo sem ninguém pedir, quando ajudam os irmãos de alguma forma, quando ficam sossegados durante as compras...

  

  • Não castigar, repreender ou aplicar consequências quando estamos zangados. Se nos sentimos demasiado emotivos, é preferível esperar um pouco e conversar com as crianças quando estivermos todos mais calmos. Agir de “cabeça quente” faz-nos dizer e fazer coisas de que nos arrependemos. Além disso, uma criança (e qualquer pessoa) será muito mais colaborativa se falarmos com ela com calma e serenidade.

  • Ser consistente nas rotinas e na aplicação de consequências, evitando aplicar “castigos” irreais ou impossíveis de manter.

  • Comunicar de uma forma aberta e eficiente: olhar os filhos nos olhos, aceitar as suas emoções e não exercer julgamentos. Ouvir mais do que falar. Mostrar sempre atenção, compreensão e empatia e ajudar as crianças a obter as respostas às suas questões por si mesmas. Tentar evitar aconselhar demasiado e dar-lhes autonomia para resolver as suas questões (claro que depende da gravidade das questões).

Evitar os erros de uma comunicação fechada: ser autoritário, culpabilizar, dar lições ou desvalorizar a importância do que os nossos filhos nos dizem.

 

  • Fomentar a independência e autonomia das crianças evitando resolver tudo por eles. Guardar a intervenção para casos mais graves onde estão em causa os direitos das outras pessoas ou a segurança.

  • Promover a cooperação entre pais e filhos envolvendo a todos na resolução de questões. Se as crianças sentirem que tem algum poder de decisão, mais facilmente cooperam.

 

Inspirei-me no livro “As dez regras de ouro para pais” de Kevin Steele para escrever este texto.

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