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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

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Qui | 01.08.19

Coisas estranhas de gajas

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Há mais de 15 anos atrás, havia no grupo de pessoas com quem eu andava uma rapariga de quem eu não gostava.

Os motivos eram passionais. Estão a ver não é?

Eu era a forasteira do grupo e, na altura, também era um bocado ciumenta e insegura. A rapariga não era muito simpática comigo, nem eu com ela, e daí resultava uma "guerra fria" tão parva e tola como podem imaginar.

Já nem me lembro bem do que pensava da rapariga mas recordo bem que não nutria por ela sentimentos de afeto e carinho. E lembro-me bem de, em certa ocasião, ter estado a um segundo de lhe despejar uma cerveja pela cabeça. Caramba... ainda bem que não fiz nada disso. 

Todavia, não sei onde, como ou porquê, mas li numa daquelas notas biográficas que se colocam nas Redes Sociais qualquer coisa como: "gosto de fechar os olhos e imaginar histórias de amor."

Identifiquei-me tanto que se esfumou qualquer sentimento negativo em relação à rapariga. E, apesar de nunca termos conversado uma única vez, passei a nutrir alguma simpatia pela pessoa. 

Enfim... quem é que pode entender as mulheres?!

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