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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

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Qua | 14.06.17

Cortei o cabelo e não me custou nada (emocional e financeiramente)

IMG_3507.JPG

 

 

Aproveitámos a chegada do verão para cortar o cabelo da Lara.

 

Custou-me um bocado, confesso. Mas, o cabelo dela nunca tinha levado um bom corte e estava bem fininho, pelo que precisava mesmo de ser cortado.

 

Tem sido a avó a cortar-lhe as pontinhas do cabelo sempre que é preciso e aproveitámos um almoço de família para lhe pedir para cortar o cabelo mais curtinho.

 

A Lara portou-se muito bem e não se importou nada de cortar o cabelo. Desde que esteja mais fresca e mais "à vontade" para brincar sem ter o cabelo nos olhos, está tudo ótimo.

 

Uma coisa puxa a outra e eu fiquei cheia de vontade de cortar o cabelo também. De modo que pedi à minha sogra para cortar o meu também. Tivémos uma ajudinha da namorada do irmão do Milton e em menos de nada, tinha o cabelo cortado pela metade. 

 

A minha sogra ainda me perguntou se eu tinha a certeza ao que respondi logo que sim. "É cortar isso para aí, se faz favor." :)

Ora, eu até já cortei a minha própria franja de uma forma bastante peculiar e ainda me perguntaram a que cabeleireiro tinha ido. Estou sempre pronta para estas aventuras estéticas. :P 

 

Procedi ao novo penteado, portanto.

 

Acho que nunca antes me tinha importado tão pouco com um corte tão grande. Praticamente nem parecia que tinha cortado o cabelo. Senti-me completamente na mesma, mas mais fresca.

 

 

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