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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Sab | 02.06.18

Eu e ele não temos que fazer tudo juntos

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Gosto muito de companhia, de estar com pessoas, de conversar e de convívios em geral.

E para mim não faz sentido uma relação em que as pessoas raramente estão juntas e fazem sempre coisas diferentes. Claro que existem casos em que o trabalho (por turnos por exemplo) não permite que um casal esteja junto muitas vezes mas também existem casais que passam muito tempo separados por opção, por terem passatempos diferentes, por gostarem de coisas diferentes e por motivos que só eles conhecerão. Não me identifico mas respeito totalmente as opções de cada um, porque somos todos diferentes e todos temos, felizmente, formas diferentes de sermos felizes.

Também não me identifico com os casais que fazem tudo juntos, mesmo tudo, não havendo espaço (ou vontade) para que cada um tenha os seus hobbies individuais ou possa sair sozinho com amigos de vez em quando.

Eu gosto de estar quase sempre com alguém (síndrome de filha única talvez) mas também gosto muito de ter os meus momentos sozinha: gosto de passear sozinha, de ir ao cinema sozinha, de estar sozinha em casa, até de conhecer uma cidade nova sozinha.

Eu e o Milton fazemos quase tudo juntos mas existem coisas que gostamos de fazer sozinhos. Ele já foi sair à noite sozinho com amigos e eu também, ou à praia, ou fazer um curso, ou beber um café e descontrair, ou dar uma volta só para espairecer. Na verdade às vezes um vira-se para o outro e diz que está numa disposição incrível de ir dar uma volta sozinho o que, de acordo com as disposições, pode acontecer facilmente.

Claro que quando temos oportunidade de fazer qualquer coisa os dois sem as crianças aproveitamos logo e nunca dizemos que não. Depois passamos o tempo todo a falar e a pensar nelas (culpa minha).

Mesmo em casa, apesar de passarmos a maior parte do tempo livre a ver séries ou filmes (ou a ver 10 minutos antes de um de nós se apagar no sofá) existem dias em que ele fica a jogar e eu a ler, ou ele a ler e eu a ver uma série ou a escrever no blogue.

Para fazermos atividades diferentes à noite muito nos têm ajudado os "cotonetes". Quando os Milton me pediu para os ir buscar e depois de ver o preço e de experimentar aquilo fartei-me de gozar e acabei por os apelidar carinhosamente de cotonetes.

 

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O facto é que também eu já me rendi aos cotonetes e uso-os frequentemente para ver séries no iPad enquanto o Milton joga na televisão ou mesmo para ver séries no quarto sem fazer barulho. São super cómodos, têm um som fantástico e são extrememente futuristas e caricatos. Aquilo liga-se automaticamente ao iPhone, Apple Watch, iPad ou Mac quando os colocamos nos ouvidos e fica em pausa quando os retiramos.

Isto tem uma série de outras funcionalidades que interessam mais ao Milton que a mim mas posso dizer que são ótimos nisto de nos dar autonomia para estar ao lado de outras pessoas a fazer coisas completamente diferentes e sem incomodar ninguém. O aspeto deles nos ouvidos ainda me dá vontade de rir (ao contrário do preço que já me dá mais para chorar) mas reconheço que valem cada euro investido (pelo menos é o que o homem diz, o verdadeiro proprietário dos Airpods).

Creio que são um presente bem interessante (fica a dica). 

Se quiserem saber o preço e as características dos cotonetes é só clicar na imagem abaixo.

 



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