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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

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Sex | 18.10.19

Maria #29

Maria 1.jpg

A Maria, até há pouco tempo, não parecia interagir muito com as outras crianças da sua escola. Com a Lara também era assim, só a partir de uma certa idade é que deixam de brincar sozinhos para brincar em grupo.

Este ano tudo mudou.

A Maria começou a falar mais dos amiguinhos, referindo especialmente quatro meninos e uma menina.

A professora e auxiliares também comentaram que a Maria estava a "revelar-se" e a sociabilizar bastante mais.

Nisto, comecei a observar a Maria uns minutos depois de a deixar no recreio e, realmente, comecei a vê-la a brincar com uns meninos e uma menina, muito alegre e feliz.

Um destes dias de manhã quando a fui deixar ao recreio, veio logo ter com ela um dos seus amiguinhos preferidos, um menino muito giro e meiguinho que já tenho visto a brincar com ela. O menino começou a fazer cócegas à Maria e depois deu-lhe as mãos e foram os dois pelo recreio de mão dada. Opá, estas coisas deixam-me mesmo abananada. Fico muito emocionada por ver a Maria a crescer feliz e a fazer os seus amiguinhos.

Já tinha passado pelo mesmo com a Lara mas a emoção é exatamente a mesma. Poucas coisas me deixam tão feliz e confortada como ver outras crianças (e outras pessoas) a serem amorosas com os meus filhos. 

Em relação aos meus filhos não sou nada ciumenta. Não é raro as miúdas mandarem-se para o colo de amigos meus e do pai (amigos e amigas) e pedirem para ficar em casa deles e dizerem que gostam imenso deles e eu fico radiante de alegria. Realmente já diz o ditado: "Quem nossos filhos beija, nossa boca adoça." E é mesmo isso. Sinto uma gratidão imensa por ver os meus filhos rodeados de pessoas extraordinárias.


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