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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

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Sab | 03.09.16

Minimalismo como estilo de vida

 [caption id="attachment_3907" align="aligncenter" width="564"]minimalismo

 

Cada vez me faz mais sentido o minimalismo como um estilo de vida  livre de um consumo desnecessário em que acumulamos tralha em casa e esvaziamos a carteira, em nome de valores que nos têm sido impostos por uma sociedade cada vez mais consumista.Comecei por destralhar a casa há umas semanas atrás.

 

Livrei-me de muitas coisas que não usava há anos, doando o que estava bom e deitando fora tudo o que, notoriamente, já não servia para ninguém. Neste momento sinto que ainda há muito a fazer mas sinto-me muito confiante em conseguir adaptar-me a um estilo de vida cada vez mais simples e minimalista.

 

Vejamos as vantagens do minimalismo:

 

- Poupamos imenso dinheiro não adquirindo coisas desnecessárias;

 

- Poupamos espaço físico e mental se não tivermos a casa atulhada com objetos supérfluos.

 

- Poupamos tempo em limpezas quando não temos muitos móveis e coisas em casa;

 

- Ganhamos tempo e espaço mental para fazer coisas que realmente nos dão prazer como conversar, passear ou simplesmente descansar em casa a ler um livro, ver um filme ou praticar meditação.

 

As coisas que eu faço para tornar o meu estilo de vida mais minimalista:

 

  • Desisti da TV por cabo. Cá em casa só temos Internet.
  • Antes de comprar seja o que for, penso muito se realmente me faz falta este ou aquele objeto. Geralmente, chego à conclusão de que não me faz falta nenhuma e não compro nada.
  • Sempre que identifico uma peça de roupa ou outra coisa que não use há mais de um ano, livro-me dela, doando se estiver em condições, ou deitando fora.
  • Tenho muito poucas jóias. Só um anel e dois fios de prata, que uso sempre.
  • Uso os mesmo dois pares de sapatos, neste caso mais ténis, até se desfazerem. Aí deito-os fora e compro outros. Deixei de acumular pares de sapatos.
  • Deixei de comprar malas e mochilas enquanto ainda tiver outras boas para usar. Para entrar uma, tem que sair outra.
  • Não compro livros há anos. Vou todas as semanas à biblioteca.
  • Não compro revistas nem jornais.
  • Não tenho móveis em casa para além dos roupeiros embutidos, 2 mesinhas de cabeceira, um roupeiro e um móvel de muda de fraldas, um pequeno móvel com caixas de arrumação na sala, onde está a televisão e as mesas e cadeiras da sala e da cozinha. Tenho também 3 estantes na parede. Não tenho aparadores, nem móveis de loiças na sala, nem cómodas, não tenho pufs, nem secretária, nem armários extra ou cadeirões extra ou sapateiras. Para limpar, dá um jeitaço.
  •  Não acumulo maquilhagem. Tenho creme hidratante, lápis de olhos, batom para o cieiro e outro para ocasiões especiais, sombras que nunca uso, corretor de olheiras e bb cream.
  • Não tenho carro há anos. Ando quase sempre a pé e de transportes públicos, excepto ao fim de semana.
  • Não uso brincos nem cintos. Tirei os piercings que tinha desde que engravidei e não voltei a colocar.
  • Deixei de levar brindes para casa ou aceitar coisas que não tenho a certeza se uso.
  • Não tenho quase nenhum objeto de decoração, só quadros na parede e um ou outro buda e elefante.

 

Ainda preciso de melhorar muitas coisas como deixar de comprar cadernos e agendas, caixas e frascos mas acredito que estou no bom caminho.Sinto-me, sem dúvida, muito mais leve e organizada.

 

Adoro saber onde estão as coisas e abrir uma gaveta que não esteja atolada de tralha desnecessária.

 

Sinto mesmo que a minha vida melhorou bastante desde que comecei a destralhar e a comprar menos coisas.

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