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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Seg | 07.06.21

Os animais da quinta são mesmo nossos amigos

Cresci com mais animais do que pessoas à minha volta.
A minha avó, com quem fui criada, tinha galinhas e coelhos. Chegámos a ter patos porque eu pedi num dia em que fomos à feira de Almeirim. Os meus vizinhos criavam porcos, ovelhas, cabras, galinhas e pombos. Os meus avós de Ansião tinham muitas cabrinhas. 

Eu dava nome às galinhas e andava com os coelhos pequenos ao colo como se fossem gatos.

Adorava os animais! 

Às vezes tinha gatos, quando aparecia algum sem dono, pelo quintal. Lembro-me de seguir os gatos pelo quintal, escondida atrás de barracões, a brincar aos "detetives".

Sofria imenso quando os coelhos eram transformados em "almoço ou jantar", mesmo que tivesse crescido com essa realidade, e recusava-me a comer os meus amigos mais chegados. Até hoje não consigo comer coelhos.

Quando fomos visitar a "Quinta da Paródia",  pude ver os meus filhos a experienciarem um pouco do que eu tive a sorte de experienciar em criança. 

Alimentaram as galinhas e as cabrinhas, deram biberão às cabrinhas bebés e até andaram com galinhas ao colo. Fizeram festinhas em coelhinhos, póneis e ovelhas. Fizeram amizade com um cão amoroso e foi difícil tirá-los da quinta. Por eles, ficavam por ali o dia todo e mais ainda. Não admira, até eu ficava.

No fim, puderam brincar com tratores pequenos e saltar em trampolins e a Lara até encontrou uma "manequim vaca", onde podíamos treinar,  a ordenha, com muito realismo.

Pessoas de São Miguel, ou visitantes com crianças, não deixem de visitar a Quinta da Paródia ou outra quinta com o mesmo tipo de oferta. É uma experiência fantástica!

 




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